{"id":326,"date":"2023-05-19T11:56:48","date_gmt":"2023-05-19T14:56:48","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscotustumi.suryamkt.com.br\/?post_type=doenca&p=326"},"modified":"2023-07-13T16:35:57","modified_gmt":"2023-07-13T19:35:57","slug":"cancer-de-colon","status":"publish","type":"doenca","link":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/cancer-de-colon\/","title":{"rendered":"C\u00e2ncer de c\u00f3lon"},"content":{"rendered":"\n

O intestino grosso, tamb\u00e9m denominado c\u00f3lon, consiste na por\u00e7\u00e3o final do trato gastrointestinal e possui os seguintes segmentos: c\u00f3lon ascendente, c\u00f3lon transverso, c\u00f3lon descendente e reto. A fun\u00e7\u00e3o do c\u00f3lon \u00e9 absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, nutrientes e eletr\u00f3litos. <\/p>\n\n\n\n

O c\u00e2ncer de c\u00f3lon<\/strong>, tamb\u00e9m denominado c\u00e2ncer colorretal, \u00e9 o 3\u00ba tipo de c\u00e2ncer mais frequente em homens e o 2\u00ba em mulheres. Al\u00e9m disso, \u00e9 a 3\u00aa causa de morte por c\u00e2ncer no mundo.<\/p>\n\n\n\n

O que \u00e9 c\u00e2ncer de c\u00f3lon?<\/h2>\n\n\n\n

O c\u00e2ncer de c\u00f3lon <\/strong>consiste em um tumor maligno do intestino grosso. \u00c9 mais incidente ap\u00f3s os 50 anos, mas a cada ano se torna mais comum o acometimento de pacientes jovens.<\/p>\n\n\n\n

Entre os fatores de risco para o desenvolvimento do c\u00e2ncer de c\u00f3lon<\/strong> hist\u00f3ria pessoal ou familiar de c\u00e2ncer colorretal, p\u00f3lipos adenomatosos, s\u00edndromes heredit\u00e1rias, doen\u00e7a inflamat\u00f3ria intestinal, radia\u00e7\u00e3o abdominal, acromegalia, dieta rica em carne vermelha e pobre em vegetais, \u00e1lcool e tabaco, obesidade, diabetes mellitus, entre outros.<\/p>\n\n\n\n

O que causa o c\u00e2ncer de c\u00f3lon?<\/h2>\n\n\n\n

Diversos s\u00e3o os fatores de risco para o c\u00e2ncer de c\u00f3lon, como idade, antecedentes familiares, consumo excessivo de carnes processadas, entre outras<\/a>. A maioria dos casos de c\u00e2ncer de c\u00f3lon <\/strong>se desenvolvem a partir de p\u00f3lipos adenomatosos, que evoluem a partir de displasias de baixo para alto grau at\u00e9 desenvolver o c\u00e2ncer. Essa evolu\u00e7\u00e3o ocorre em m\u00e9dia ao longo de anos. Os demais casos de c\u00e2ncer de c\u00f3lon <\/strong>se desenvolvem a partir de outros tipos de les\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n

O risco de c\u00e2ncer de c\u00f3lon <\/strong>em pacientes com p\u00f3lipos adenomatosos se relaciona ao tamanho, ao n\u00famero e ao tipo histol\u00f3gico. Por isso, pacientes com esses achados devem ser submetidos a acompanhamento com colonoscopia conforme o risco. <\/p>\n\n\n\n

O rastreamento do c\u00e2ncer de c\u00f3lon <\/strong>est\u00e1 indicado para pessoas com mais de 50 anos sem fatores adicionais de risco. O principal exame para esse fim \u00e9 a colonoscopia.<\/p>\n\n\n\n

Pacientes de grupos de alto risco, como aqueles com hist\u00f3rico pessoal ou familiar de p\u00f3lipos adenomatosos ou c\u00e2ncer, a estrat\u00e9gia de rastreio deve ser precoce.<\/p>\n\n\n\n

Quais s\u00e3o os sintomas do c\u00e2ncer de c\u00f3lon?<\/h2>\n\n\n\n

A maioria dos pacientes com c\u00e2ncer de c\u00f3lon <\/strong>realiza o diagn\u00f3stico ap\u00f3s o surgimento dos sintomas. Os sintomas dependem da localiza\u00e7\u00e3o do tumor. <\/p>\n\n\n\n

Entre os sintomas est\u00e3o sangramento nas fezes, fezes escuras, dor abdominal, altera\u00e7\u00e3o do h\u00e1bito intestinal e anemia. Entre outras manifesta\u00e7\u00f5es est\u00e3o obstru\u00e7\u00e3o ou perfura\u00e7\u00e3o intestinal com distens\u00e3o abdominal, n\u00e1useas e v\u00f4mitos. <\/p>\n\n\n\n

Como \u00e9 o diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer de c\u00f3lon?<\/h2>\n\n\n\n

O diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer de c\u00f3lon<\/strong> \u00e9 realizado por meio da colonoscopia, exame mais acurado para avalia\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. A colonoscopia permite a realiza\u00e7\u00e3o de bi\u00f3psias e polipectomias. Geralmente, as les\u00f5es malignas possuem aspecto vegetante, mas tamb\u00e9m podem ter caracter\u00edstica ulcerada e ulceroinfiltrativa.<\/p>\n\n\n\n

Caso necess\u00e1rio, outros exames complementares podem ser solicitados, como resson\u00e2ncia, tomografia e colonoscopia virtual. Exames laboratoriais, incluindo marcadores tumorais, tamb\u00e9m devem ser realizados.<\/p>\n\n\n\n

O diagn\u00f3stico diferencial do c\u00e2ncer de c\u00f3lon<\/strong> deve ser realizado com hemorroidas, diverticulite, doen\u00e7a inflamat\u00f3ria intestinal e outros tumores malignos.<\/p>\n\n\n\n

Como funciona o tratamento do c\u00e2ncer de c\u00f3lon?<\/h2>\n\n\n\n

Ap\u00f3s o diagn\u00f3stico e estadiamento do c\u00e2ncer de c\u00f3lon<\/strong>, o tratamento a ser realizado ser\u00e1 definido.<\/p>\n\n\n\n

Tratamento endosc\u00f3pico<\/h3>\n\n\n\n

A ressec\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de c\u00f3lon <\/strong>por via endosc\u00f3pica pode ser realizada no tratamento das neoplasias colorretais precoces que n\u00e3o possuem risco de met\u00e1stases linfonodais. <\/p>\n\n\n\n

J\u00e1 les\u00f5es que invadem a camada submucosa ou infiltram linfonodos e vasos sangu\u00edneos devem ser retiradas cirurgicamente.<\/p>\n\n\n\n

Tratamento cir\u00fargico <\/h3>\n\n\n\n

Geralmente, quando o c\u00e2ncer de c\u00f3lon <\/strong>\u00e9 considerado ressec\u00e1vel e n\u00e3o \u00e9 precoce, a cirurgia <\/strong>\u00e9 o \u00fanico tratamento curativo poss\u00edvel, por meio da retirada completa do tumor, do ped\u00edculo vascular e dos linfonodos. O procedimento pode ser realizado por via aberta, laparosc\u00f3pica ou rob\u00f3tica. Em nosso artigo<\/a> esclarecemos os detalhes t\u00e9cnicos da cirurgia colorretal por via rob\u00f3tica. <\/p>\n\n\n\n

Entre as poss\u00edveis complica\u00e7\u00f5es ap\u00f3s a cirurgia est\u00e3o hemorragias, infec\u00e7\u00f5es, trombose e embolia pulmonar e deisc\u00eancias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"

O c\u00e2ncer de c\u00f3lon \u00e9 o c\u00e2ncer do trato gastrointestinal mais comum e deve ser diagnosticado precocemente para melhor resposta ao tratamento. Fique atento ao rastreamento!<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":327,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false},"categories":[25],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/doenca\/326"}],"collection":[{"href":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/doenca"}],"about":[{"href":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/doenca"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=326"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/327"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=326"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=326"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscotustumi.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=326"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}